17º Encontro : A arte: formas e função
Linguagem figurada
Aconteceu no dia 19 de novembro de 2009, no horário das 13 horas às 17 horas, nas dependências da Câmara Municipal de vereadores de Capitão, o 17º encontro presencial do Gestar II. Estiveram presentes todas as professoras cursistas, como também a coordenadora Alessandra Ames.
Tendo em vista o tema deste encontro tratar sobre a arte e linguagem figurada, iniciei a oficina apresentando o slides “Double vision” no qual são demonstradas imagens que apresentam dupla visão e possíveis interpretações.
Comentamos que a compreensão sobre uma determinada arte depende muito dos conhecimentos prévios que se tem sobre a mesma, por isso observamos qualquer arte a partir dos nossos gostos e daquilo que sabemos em relação a ela. Nesse sentido é fundamental motivar e proporcionar aos alunos o conhecimento sobre as várias artes, das quais eles não estão habituados a apreciar, como interpretação da realidade.
Na sequência, solicitei às professoras cursistas que, em duplas, fizessem uma revisão do conteúdo proposto no TP2, das unidades 7 e 8. Assim, pedi que: a dupla 1 lesse todos os “resumindos”, destacando os aspectos mais importantes; a dupla 2 analisasse os textos literários dessas unidades, observando os aspectos relacionados à arte da palavra; a dupla 3 lesse os “Avançando na prática”, destacando também o que considerasse mais interessante a serem trabalhados com os alunos. Após a leitura, cada dupla fez a explanação ao grupo. Em geral, as cursistas mencionaram que a proposta do TP2 é bem acessível e como já trabalhamos os outros TPs, neste há poucas novidades, embora as atividades e proposta não deixam de ser interessantes.
Dando continuidade ao nosso encontro, coloquei um áudio de uma poesia de João Cabral de Melo Neto, a qual estava carregada de figuras de linguagem, especialmente a metáfora. Nessa perspectiva, as professoras comentaram da importância de aproveitar também as músicas para trabalhar a questão da linguagem figurada.
Em seguida, analisamos em conjunto a Charge da página 154 do TP2, proposta para esta oficina. Percebemos que para haver uma compreensão maior da charge é necessário ter alguns conhecimentos prévios, como; entender quem é Karl Marx, o que esse autor defendia, para trazê-lo presente ao que se observa na figura da charge, na qual se compreendeu como uma ironia, uma vez que, pela cena, um dos personagens representava um patrão opressor e seu empregado, o explorado.
Em duplas as professoras cursistas elaboraram um texto no gênero bilhete, dirigindo-se ao patrão representado na charge, chamando-lhe a atenção pela sua atitude injusta para com o empregado. Os textos seguem abaixo.
BILHETES
Senhor profundo conhecedor das Leis Trabalhistas
Vemos que o senhor tem amplo conhecimento dos direitos dos trabalhadores e coloca-os perfeitamente em prática. Continue assim e logo, logo não terá mais a quem repassar, transmitir toda a sua sabedoria, porque não haverá mais empregado que resistirá a ela.
Assinado: Exploradas, mas eternamente críticas professoras.
(Professora Elisângela e professora Giovane)
_______________________________________________________________
Senhor:
Na última vez que lhe servi de escada, percebi que tens aumentado o seu peso.
Diante disso, vou controlar sua alimentação e marcar uma consulta com a nutricionista, já que és leitor assíduo de Marx, muitas vezes irá lê-lo e não trocarás de posição.
Assinado: Seu Mordomo.
(Professora Lúcia e professora Elisete)
_______________________________________________________________
Caro senhor explorador!
A julgar pela obra que o senhor retirou de sua “pequena” biblioteca, acredito que o senhor tenha profundos conhecimentos dos direitos trabalhistas segundo as teorias de Marx. Desta forma parabenizo as suas atitudes para com seus súditos, pois percebo que o senhor coloca em pratica a teoria estudada.
Continue praticando-as e logo, logo estarás sozinho e não encontrarás mais nenhum idiota para explorar.
Assinado: Eu, seu último súdito!
(Professora Rosane e professora Jani)
Linguagem figurada
Aconteceu no dia 19 de novembro de 2009, no horário das 13 horas às 17 horas, nas dependências da Câmara Municipal de vereadores de Capitão, o 17º encontro presencial do Gestar II. Estiveram presentes todas as professoras cursistas, como também a coordenadora Alessandra Ames.
Tendo em vista o tema deste encontro tratar sobre a arte e linguagem figurada, iniciei a oficina apresentando o slides “Double vision” no qual são demonstradas imagens que apresentam dupla visão e possíveis interpretações.
Comentamos que a compreensão sobre uma determinada arte depende muito dos conhecimentos prévios que se tem sobre a mesma, por isso observamos qualquer arte a partir dos nossos gostos e daquilo que sabemos em relação a ela. Nesse sentido é fundamental motivar e proporcionar aos alunos o conhecimento sobre as várias artes, das quais eles não estão habituados a apreciar, como interpretação da realidade.
Na sequência, solicitei às professoras cursistas que, em duplas, fizessem uma revisão do conteúdo proposto no TP2, das unidades 7 e 8. Assim, pedi que: a dupla 1 lesse todos os “resumindos”, destacando os aspectos mais importantes; a dupla 2 analisasse os textos literários dessas unidades, observando os aspectos relacionados à arte da palavra; a dupla 3 lesse os “Avançando na prática”, destacando também o que considerasse mais interessante a serem trabalhados com os alunos. Após a leitura, cada dupla fez a explanação ao grupo. Em geral, as cursistas mencionaram que a proposta do TP2 é bem acessível e como já trabalhamos os outros TPs, neste há poucas novidades, embora as atividades e proposta não deixam de ser interessantes.
Dando continuidade ao nosso encontro, coloquei um áudio de uma poesia de João Cabral de Melo Neto, a qual estava carregada de figuras de linguagem, especialmente a metáfora. Nessa perspectiva, as professoras comentaram da importância de aproveitar também as músicas para trabalhar a questão da linguagem figurada.
Em seguida, analisamos em conjunto a Charge da página 154 do TP2, proposta para esta oficina. Percebemos que para haver uma compreensão maior da charge é necessário ter alguns conhecimentos prévios, como; entender quem é Karl Marx, o que esse autor defendia, para trazê-lo presente ao que se observa na figura da charge, na qual se compreendeu como uma ironia, uma vez que, pela cena, um dos personagens representava um patrão opressor e seu empregado, o explorado.
Em duplas as professoras cursistas elaboraram um texto no gênero bilhete, dirigindo-se ao patrão representado na charge, chamando-lhe a atenção pela sua atitude injusta para com o empregado. Os textos seguem abaixo.
BILHETES
Senhor profundo conhecedor das Leis Trabalhistas
Vemos que o senhor tem amplo conhecimento dos direitos dos trabalhadores e coloca-os perfeitamente em prática. Continue assim e logo, logo não terá mais a quem repassar, transmitir toda a sua sabedoria, porque não haverá mais empregado que resistirá a ela.
Assinado: Exploradas, mas eternamente críticas professoras.
(Professora Elisângela e professora Giovane)
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Senhor:
Na última vez que lhe servi de escada, percebi que tens aumentado o seu peso.
Diante disso, vou controlar sua alimentação e marcar uma consulta com a nutricionista, já que és leitor assíduo de Marx, muitas vezes irá lê-lo e não trocarás de posição.
Assinado: Seu Mordomo.
(Professora Lúcia e professora Elisete)
_______________________________________________________________
Caro senhor explorador!
A julgar pela obra que o senhor retirou de sua “pequena” biblioteca, acredito que o senhor tenha profundos conhecimentos dos direitos trabalhistas segundo as teorias de Marx. Desta forma parabenizo as suas atitudes para com seus súditos, pois percebo que o senhor coloca em pratica a teoria estudada.
Continue praticando-as e logo, logo estarás sozinho e não encontrarás mais nenhum idiota para explorar.
Assinado: Eu, seu último súdito!
(Professora Rosane e professora Jani)

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