8º Encontro do Gestar II – Oficina Livre
Capitão /RS
Realizou-se no dia 20 de agosto de 2009, nas dependências da Câmara de Vereadores de Capitão, no horário das 13h às 17h, mais um encontro do Gestar, contando com a presença de todas as professoras cursistas, bem como da coordenadora Alessandra Ames.
Para o início desta Oficina Livre, coordenei uma dinâmica de motivação ao grupo. Solicitei que cada participante retirasse de uma caixinha um bilhetinho no qual continha um enunciado incompleto que deveria ser complementado pelas colegas. Ex.: “Felicidades, sorte...”; “Amizade rima com...” “Não há palavras para dizer...” “Que todos os seus dias...”. Assim que todas leram o seu enunciado e receberam os complementos - elogios e desejos de felicidades - das colegas, pedi então que cada uma buscasse, em outra caixinha, um cartãozinho cuja frase inicial fosse a respectiva sentença descrita no bilhete retirado anteriormente. Ao identificar o seu cartão, cada participante leu a mensagem descrita no mesmo para as colegas. Além dessa singela lembrança, cada uma recebeu um bombom da coordenadora Alessandra.
Na sequência, convidei o grupo para assistirmos ao vídeo “O poder da visão” o qual faz refletir, dentre tantas coisas, sobre a necessidade de não perdemos a capacidade de sonhar e de buscarmos fazer o melhor possível cada ação que praticamos.
A partir do vídeo, refletiu-se, ainda, sobre a necessidade de cada um voltar-se para si mesmo, autoavaliar-se e ver o que realmente tem feito de melhor ou para melhorar o dia-a-dia, seja no trabalho, nas relações de convivência,...
Em seguida, trabalhamos em uma atividade de produção textual, cuja proposta foi conduzida e orientada pela coordenadora Alessandra.
Primeiramente foi solicitado que desenhássemos um personagem, qualificando-o: nome, idade, nome dos pais, local onde vive, profissão.
Após, cada professora fez a apresentação do seu personagem.
Em seguida, a coordenadora propôs que construíssemos uma história envolvendo cada um dos personagens, criado por cada uma das participantes.
Constituiu-se, pois, a seguinte história, cujos personagens se encontram destacados.
Novos amigos
Elisete, uma menina de treze anos, criada no meio rural, distante da cidade, longe das novidades, preocupava-se o que iria ser quando fosse grande, pois essa era a expressão que seus pais usavam.
No caminho para a escola ela ouvia o barulho do Arroio São Jacó que contornava o percurso. Chegando à cidade de São Borja, olhou para o lado e viu um menino que dormia embaixo de papelões. Aproximou-se, tocou no garoto para acordá-lo e perguntou:
- Ei, o que fazes aí?
O menino respondeu:
- Aqui é minha casa. Meu nome é Pedrinho e o seu?
- Eu sou Elisete. Cadê tua família?
- Não sei! Vivo sozinho desde que me conheço por gente. Tenho fome, minha cabeça dói, meu corpo treme, mas meu time é o Internacional.
- Olha, eu estou indo a um lugar muito legal, queres ir comigo?
- Onde?
- Na escola!
Naquele momento, Pedrinho, meio desconfiado, seguiu Elisete.
Chegando à escola, um menino chamado Marcelo de quatro anos, veio ao encontro da Elisete, pois eram primos.
O menino conduziu Elisete e Pedrinho até a sala da Brinquedoteca para mostrar-lhes seus brinquedos preferidos: o caminhão truque e o ursinho Lino, muito simples, velho mas carinhoso e fofinho. Enquanto isso, Pedrinho olhava tudo aquilo com admiração e o desejo de brincar.
A professora de Marcelo, sempre atenciosa e simpática, convidou Pedrinho para brincar enquanto Elisete foi ver o irmão de Marcelo, chamado Douglas, de sete meses, que se encontrava no berçário.
Logo em seguida Elisete convidou o novo amigo para conhecer o Planetário da escola.
O garoto ficou fascinado logo de entrada ao visualizar tantos planetas naquele ambiente.
Nisso Elisete aponta para um planeta e comenta:
- Sabia que existem pesquisas que buscam investigar se há vida no planeta Marte?
- Mas claro, vejo toda a noite e inclusive converso com um marciano, o Flutérdis.
Mesmo não acreditando, a Elisete concordou com o menino, a fim de animá-lo e cativá-lo para a escola.
Após esse trabalho, comentamos sobre as possibilidades de construções de texto junto aos alunos. Avaliou-se que esta proposta é positiva para trabalhar: o planejamento de um texto; coesão; coerência; trabalho em equipe; respeito às individualidades; além de permitir que se conheça um pouco mais sobre o que se passa no interior de cada um, ao descrever e identificar-se com determinado personagem.
Além da proposta de produção textual, foi reservado um tempo desta Oficina Livre para orientações e explicações sobre como construir um projeto, seguindo os passos descritos no Guia Geral do Gestar II.
Fiz uma apresentação de um projeto, o qual eu havia preparado como exemplo para explicar cada passo, às professoras cursistas.
E assim, finalizamos mais um encontro do Gestar, com a mensagem “Evoluindo”, em vídeo, a qual retrata a importância de não perdermos a esperança e nem o sonho.
Combinamos o nosso próximo encontro que será no dia 27 de agosto de 2009, no mesmo local e na mesma hora.
Capitão /RS
Realizou-se no dia 20 de agosto de 2009, nas dependências da Câmara de Vereadores de Capitão, no horário das 13h às 17h, mais um encontro do Gestar, contando com a presença de todas as professoras cursistas, bem como da coordenadora Alessandra Ames.
Para o início desta Oficina Livre, coordenei uma dinâmica de motivação ao grupo. Solicitei que cada participante retirasse de uma caixinha um bilhetinho no qual continha um enunciado incompleto que deveria ser complementado pelas colegas. Ex.: “Felicidades, sorte...”; “Amizade rima com...” “Não há palavras para dizer...” “Que todos os seus dias...”. Assim que todas leram o seu enunciado e receberam os complementos - elogios e desejos de felicidades - das colegas, pedi então que cada uma buscasse, em outra caixinha, um cartãozinho cuja frase inicial fosse a respectiva sentença descrita no bilhete retirado anteriormente. Ao identificar o seu cartão, cada participante leu a mensagem descrita no mesmo para as colegas. Além dessa singela lembrança, cada uma recebeu um bombom da coordenadora Alessandra.
Na sequência, convidei o grupo para assistirmos ao vídeo “O poder da visão” o qual faz refletir, dentre tantas coisas, sobre a necessidade de não perdemos a capacidade de sonhar e de buscarmos fazer o melhor possível cada ação que praticamos.
A partir do vídeo, refletiu-se, ainda, sobre a necessidade de cada um voltar-se para si mesmo, autoavaliar-se e ver o que realmente tem feito de melhor ou para melhorar o dia-a-dia, seja no trabalho, nas relações de convivência,...
Em seguida, trabalhamos em uma atividade de produção textual, cuja proposta foi conduzida e orientada pela coordenadora Alessandra.
Primeiramente foi solicitado que desenhássemos um personagem, qualificando-o: nome, idade, nome dos pais, local onde vive, profissão.
Após, cada professora fez a apresentação do seu personagem.
Em seguida, a coordenadora propôs que construíssemos uma história envolvendo cada um dos personagens, criado por cada uma das participantes.
Constituiu-se, pois, a seguinte história, cujos personagens se encontram destacados.
Novos amigos
Elisete, uma menina de treze anos, criada no meio rural, distante da cidade, longe das novidades, preocupava-se o que iria ser quando fosse grande, pois essa era a expressão que seus pais usavam.
No caminho para a escola ela ouvia o barulho do Arroio São Jacó que contornava o percurso. Chegando à cidade de São Borja, olhou para o lado e viu um menino que dormia embaixo de papelões. Aproximou-se, tocou no garoto para acordá-lo e perguntou:
- Ei, o que fazes aí?
O menino respondeu:
- Aqui é minha casa. Meu nome é Pedrinho e o seu?
- Eu sou Elisete. Cadê tua família?
- Não sei! Vivo sozinho desde que me conheço por gente. Tenho fome, minha cabeça dói, meu corpo treme, mas meu time é o Internacional.
- Olha, eu estou indo a um lugar muito legal, queres ir comigo?
- Onde?
- Na escola!
Naquele momento, Pedrinho, meio desconfiado, seguiu Elisete.
Chegando à escola, um menino chamado Marcelo de quatro anos, veio ao encontro da Elisete, pois eram primos.
O menino conduziu Elisete e Pedrinho até a sala da Brinquedoteca para mostrar-lhes seus brinquedos preferidos: o caminhão truque e o ursinho Lino, muito simples, velho mas carinhoso e fofinho. Enquanto isso, Pedrinho olhava tudo aquilo com admiração e o desejo de brincar.
A professora de Marcelo, sempre atenciosa e simpática, convidou Pedrinho para brincar enquanto Elisete foi ver o irmão de Marcelo, chamado Douglas, de sete meses, que se encontrava no berçário.
Logo em seguida Elisete convidou o novo amigo para conhecer o Planetário da escola.
O garoto ficou fascinado logo de entrada ao visualizar tantos planetas naquele ambiente.
Nisso Elisete aponta para um planeta e comenta:
- Sabia que existem pesquisas que buscam investigar se há vida no planeta Marte?
- Mas claro, vejo toda a noite e inclusive converso com um marciano, o Flutérdis.
Mesmo não acreditando, a Elisete concordou com o menino, a fim de animá-lo e cativá-lo para a escola.
Após esse trabalho, comentamos sobre as possibilidades de construções de texto junto aos alunos. Avaliou-se que esta proposta é positiva para trabalhar: o planejamento de um texto; coesão; coerência; trabalho em equipe; respeito às individualidades; além de permitir que se conheça um pouco mais sobre o que se passa no interior de cada um, ao descrever e identificar-se com determinado personagem.
Além da proposta de produção textual, foi reservado um tempo desta Oficina Livre para orientações e explicações sobre como construir um projeto, seguindo os passos descritos no Guia Geral do Gestar II.
Fiz uma apresentação de um projeto, o qual eu havia preparado como exemplo para explicar cada passo, às professoras cursistas.
E assim, finalizamos mais um encontro do Gestar, com a mensagem “Evoluindo”, em vídeo, a qual retrata a importância de não perdermos a esperança e nem o sonho.
Combinamos o nosso próximo encontro que será no dia 27 de agosto de 2009, no mesmo local e na mesma hora.
