quinta-feira, 30 de julho de 2009

Email - professoras cursistas de Capitão/ RS

Email das professoras cursistas de Capitão
Rosane Castoldi Daltoé: rosanedaltoé@hotmail.com.br
Elisângela Cadore: elicadore@ibest.com.br
Lúcia Landmeier: lande@certelnet.com.br

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Relatório do 6º Encontro do Gestar II em Capitão/RS - formadora: Giovane de Siqueira

6º Encontro - Oficina 7: Leitura e Processos da Escrita


No dia 23 de julho de 2009, realizou-se o 6º encontro do Gestar II nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores de Capitão, no horário das 13 às 17 horas, contando com a presença de todas as professora cursistas, assim como da coordenadora deste programa, Alessandra Ames.

Para iniciar o encontro deste dia, encomendei da padaria um bolo de chocolate e pedi para a coordenadora preparar, de antemão, um delicioso chá.

Sob a música posta pela coordenadora, "Tocando em frente" , cantada por Sérgio Reis, todas as professoras cursistas foram convidadas a saborearem o bolo, o chá e a música. Em seguida, apresentei o título do texto de Rubem Alves "A mentira de Dona Maria". Solicitei que as participantes levantassem hipóteses sobre a tal dona Maria e a sua possível mentira. Além disso apresentei a figura que se encontrava na mesma folha onde continha o texto e que se encontrava em minhas mãos. Solicitei que levantassem mais ideias. Várias hipóteses surgiram: "Essa dona Maria não deve ter cometido uma mentira tão grave!" (profª Elisângela Cadore) "O nome Maria sugere um nome comum que representa as várias Marias que existem por esse mundo." ( Profª Elisete Ziani) "Não é qualquer uma que é chamada por dona Maria, parece que esta deva ser uma empregada, ou dona de casa." (Profª Rosane Castoldi Daltoé) " Esta dona Maria deve fazer comida deliciosa e deve ter cometido uma mentira por uma boa causa." "Pode ter preparado um prato diferente ou queimado uma comida, ou feito uma comida surpresa para alguém." (profª Jani Maders e profª Lúcia Landmeier)

Após levantadas várias hipóteses em relação ao texto, dei um texto impresso para cada participante e solicitei que cada uma, em voz alta lesse dois parágrafos do texto. Ao final, comparamos o que o texto de fato apresentou com as ideias previamente apontadas. Houve concordância de que a mentira da dona Maria aconteceu por uma justa causa e que muitas vezes deveríamos fazer o mesmo como dona Maria fez.

Tendo em vista que o texto é bastante extenso, não o apresentarei neste relatório, mas farei uma breve síntese sobre o que ele retrata. Na verdade Rubem Alves escreveu uma crônica a partir de uma situação de vida que ocorreu com ele. A dona Maria era a empregada dele , a que fazia faxina na casa, porém um dia ela pediu ao seu patrão se poderia trocar o dia da faxina, ao invés da quinta-feira, ela faria a limpeza no sábado. Rubem Alves logo desconfiou que ela quisesse viajar, perguntando se era isso que ela faria e para resposta obteve um sim como confirmação. Entretanto, o autor descobriu, por meio da irmã de dona Maria que dona Maria havia mentido, porém mentiu por uma boa causa. Na verdade ela antecipara a faxina porque naquela quinta-feira ela preparara e dera um almoço para a criançada do seu bairro, fato esse que deixou o autor Rubem Alves muito encantado, motivando-o a fazer essa crônica. O autor terminou o texto dizendo: "Perguntei para ela se era promessa. "Não, não foi promessa, não. Eu só tive vontade de fazer comida para as crianças..." Teve vontade e fez."

Dando continuidade ao nosso encontro, comentei com as colegas que essa crônica tem tudo a ver com o nosso assunto de hoje. O autor escreveu a crônica a partir de sua experiência de vida e as unidades 13 e 14 do TP4 demonstram como as experiências prévias, o conhecimento prévio influencia na leitura e na escrita, fato este que observamos também no filme "Os escritores da liberdade", assistido no encontro anterior. Pedi que cada professora cursista apresentasse, em forma de desenhos, música ou por meio da escrita, uma resposta para a seguinte questão: " Que recordações você tem em relação ao seu aprendizado de leitura e escrita?

Este foi um momento bem interessante e até emocionante, pois cada participante apresentou uma experiência bastante diferente.

A professora cursista Lúcia Landmeier comentou que sua família era muito pobre e ela não tivera acesso a livros em seu tempo de infância. Seu irmão mais velho tinha um caderno e ela, Lúcia, desejava tanto tê-lo em suas mãos. Seu desejo de escrever era muito que até nas árvores ela escrevia com cavaquinhos de pedra. Quando começou ir à escola, lia tudo que conseguia, embora naquele tempo os livros eram raros. Lúcia lembrou ainda que sua avó, de origem alemã, possuia alguns livros descritos na língua alemã, mas escondia-os quando ela, a neta Lúcia, ia em sua casa, a fim de que não os estragasse.

Já a professora cursista Rosane Castoldi Daltoé comentou que sempre vira sua mãe, professora, escrever e preparar aulas e isso a encantava, porém ela, a Profª Rosane tivera muitas dificuldades em relação à fala porque gaguejava, sentia-se muito retraída, envergonhada diante das outras pessoas. Conforme o depoimento da cursista, foram vários os choros por esse motivo. Contudo, com muito empenho, esforço e apoio dos próprios pais, conseguiu superar essa barreira e conquistar a profissão tão sonhada e o grande desejo de se formar na faculdade, em Letras.

A profª Jani Maders assim descreveu as suas recordações: " Lembro-me de minha madrinha. Ela era muito carinhosa e eu a adorava. Como morava longe (na realidade não, mas para uma criança pobre, era "muito longe", pouco nos visitávamos. Num dia frio de inverno, ela chegou, surpreendendo a todos. Vestia um enorme casaco de flanela bege e me pegando no colo, perguntou o que eu queria ser quando crescesse, ao que eu respondi "não sei", ela respondeu "Faz como a dinda (madrinha). Eu sou professora, ensino meus alunos a ler e escrever. É tão bonito ver eles escrevendo"! Então, pegou um caderno e "desenhou" as letras para mim. Ela tinha uma letra invejável, fez com com perfeição "a, e, i, o, u" e isto me influenciou positivamente, principalmente na escolha da profissão. Assim como ela, tenho uma letra miúda e naõ consigo aumentá-la no momento da escrita e também me identifico mais com os "pequenos" séries iniciais.

A professora cursista Elisete Ziani fez um belo desenho relembrando a escolinha onde estudou de 1ª a 4ª série, dizendo que o professor era muito valorizado e respeitado na comunidade. Conforme a profª cursista, o seu primeiro contato com as letras foi na escola, pois seus pais eram muito pobres, e, sendo ela a filha mais velha da casa, nunca tivera acesso a algum livro ou material escolar antes de chegar na escola. A profª escreveu o seguinte" O primeiro dia de aula... O primeiro contato... Os primeiros traços... As primeiras pegadas no lápis... no futuro... " Nos tempos em que a escola era desejada,... respeitada,... valorizada,... No tempo em que ela era a ida,... chegada, vinda, tudo!

A professora cursista Elisângela Cadore também fez desenhos de vários livros descritos como enciclopédias e ao lado escreveu a palavra escritores com um ponto de interrogação. Desses livros desenhou o que de repente pudesse estar lá: um globo, uma árvore, uma cobra, Cristo, e escreveu o seguinte: "Minhas recordações... Quando criança, gostava de colocar uma cadeira em frente à estante, na sala, para subir e alcançar os livros que estavam depositados ali. Um a um retirava do seu local e colocava espalhados pelo tapete, sofá, mesa de centro. Naquele momento começava a minha viagem por vários lugares do mundo. Também, dali pude tirar ideias e aprender sobre as mais diferentes coisas: em história, geografia, ciências... e a cada dúvida ou curiosidade, meus apis sentavam e liam comigo..."

Depois dos relatos das professoras cursistas, convidei duas para lerem os depoimentos de Patativa do Assaré e de Paulo Freire, descritos nas páginas 18 e 19 do TP4, sobre as experiências deles em relação à aprendizagem de leitura e escrita. Assim continuamos com a retomada do conteúdo das Unidades 13 e 14. Solicitei que as professoras cursistas se dividissem em dois grupos e cada grupo apresentasse, em forma de painel, o conteúdo teórico e alguns textos ou atividades que tivessem lhes chamado mais atenção. Um grupo ficou responsável pela apresentação da Unidade 13 e outro da Unidade 14.

Em relação à apresentação das "painelistas" destacou-se: As experiências com o mundo da escrita modificam as formas de aprender a ler o mundo; ensinar o aluno a observar o mundo que o rodeia de modo crítico; aproveitar a cultura local, popular para relacionar, aprofundar a questão da leitura e escrita; é preciso ativar e usar os conhecimentos prévios para conduzir várias situações do nosso dia-a-dia; é preciso ampliar a visão de mundo a partir dos conhecimentos prévios; é preciso estabelecer objetivos para ler, sendo que estes devem ser diversos e variados; o letramento são os modos como a escrita se apresenta na sociedade, seus usos e suas funções nas diferentes situações comunicativas em que é utilizada e a escola não pode se esquecer disso.

Após essa retomada, apresentei mais alguns slides sobre o processo de leitura, objetivos da leitura e letramento, com base na leitura de alguns livros que fiz("Estratégias de Leitura" de Isabel Solé; "Texto e leitor"; "Oficina de leitura" e"Leitura: Ensino e Pesquisa" de Kleiman; Um artigo intitulado como Letramento e diversidade cultural de Roxane Rojo, o qual tirei de uma obra virtual organizada por Salto Pelo Futuro) com o propósito de aprofundar um pouco mais os conhecimentos teóricos, uma vez que senti a necessidade de trazer esses conhecimentos para as professoras cursistas. Além dos slides e explicações, deixei um resumo desse conteúdo por escrito e impresso para cada professora cursista. Também solicitei à Secretaria de Educaçao que adquirisse algumas das obras biliográficas indicadas nos Tps, as quais já se encontram nas mãos das professoras cursistas.

Na sequência, propus que assistíssemos ao DVD do TV Escola, com duração de 30 minutos, tendo como título "Para ser cidadão da cultura letrada".

Após o DVD, comentamos um pouco sobre o mesmo, o que veio complementar a tudo que estudamos e refletimos nesta tarde.

Não foi realizada a proposta da atividade com o texto Cidadezinha qualquer, em vista da falta de tempo e de termos realmente aprofundado mais a parte teórica. Entretanto, o próximo encontro, conduzirei de tal modo que seja possível trabalhar o que não foi possível hoje, bem como a sugestão da Oficina que virá. Já faço uma observação de antemão que "darei alguns recheios às propostas indicadas", como venho fazendo a cada encontro, porque o meu grupo de professoras cursistas não se contenta com pouca coisa e com propostas muito simples e confesso que considero mesmo muito simples, algumas das sugestões dadas no Caderno do Formador e na descrição das Oficinas. O grupo todo está empenhado e além do Gestar todas estão estudando ou fazendo constantemente outros cursos, por isso nossas tardes de encontro precisam acrescentar. Eis porque procuro a cada Oficina, fazer algo inovador, diferente.

Bem, e para finalizar o encontro, passei uma mensagem em Slides, cujo gênero textual é uma receita "Uma história a cada dia - Uma receita de vida."

Nosso próximo encontro está agendado apra o dia 6 de agosto de 2009, no mesmo local e horário!

5º Encontro do Gestar II em Capitão - Oficina Livre - Formadora Giovane

5º Encontro - Oficina Livre
Realizou-se no dia 16 de julho de 2009, nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores de Capitão, das 13 horas às 17 horas, o 5º Encontro do Gestar II, contando com a presença de todas as professoras cursistas, bem como da coordenadora do Programa, Alessandra Ames. Neste Encontro trabalhou-se uma Oficina Livre.
Inicialmente, a coordenadora começou o encontro com uma dinâmica. Ela entregou aos participantes uma mensagem impressa, intitulada como "O lápis" e junto à mensagem, presenteou-nos com um lápis. A coordenadora leu a mensagem e passou um slides que retratou também da importância do lápis em nossas mãos, sendo esse objeto comparado ao que se poderia fazer de melhor na nossa prática pedagógica. Além disso, eu também deixei o seguinte pensamento, impresso, juntamente com chocolate, para os participantes. "Depois de algum tempo você aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias, e o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida." (Shakespeare)
Em seguida, convidei as professoras cursistas para sentarmos em círculo no centro da sala e lermos o texto "Composição: O salário mínimo" de Jô Soares, cuja proposta fazia parte do trabalho da Oficina anterior, mas por motivo da falta de tempo, ficou para trabalharmos em uma parte do tempo do encontro deste dia. Após a leitura, propus que as professoras se dividissem em dois grupos e para fechar o nº certo de participantes em cada grupo, convidei a coordenadora, Alessandra Ames para participar da atividade. Dei então a seguinte tarefa: O grupo 1 teve que enumerar argumentos, demonstrando que o texto se tratava de um exercício escolar. Já o grupo 2 teve que enumerar argumentos , demonstrando que o texto não se tratava de um exercício escolar. Esta atividade foi realizada em forma de debate. Determinei, primeiramente, três minutos para cada grupo falar, um de cada vez, sendo que um grupo não poderia interferir na fala do outro. No segundo instante propus dois minutos para réplica e para terceiro e último momento determinei três minutos para a fala de cada grupo, porém desta vez, cada participante poderia dar o seu real parecer em relação ao texto, justificando se de fato era ou não um exercício de redação escolar. Esta última parte do trabalho fiz propositalmente para perceber se as participantes refletissem o texto com base no que estudamos sobre os gêneros textuais, buscando analisar a situação comunicativa, a função do texto, o autor , os interlocutores, dentre outros aspectos. Para minha surpresa, os dois grupos continuaram defendendo a mesma ideia que pedi para defenderem no início da proposta. Ninguém mudou o seu ponto de vista, o que pensei que fosse ocorrer na terceira parte da tarefa. Questionei então as participantes se tinham entendido o que propus no início e se entenderam que no final cada uma tinha liberdade para expor o que de fato pensavam sobre o texto, esquecendo agora o que foram "obrigadas" a defenderem. Todas disseram que entenderam o recado. Então questionei sobre o que deve ser levado em conta para identificar um gênero textual e o que seria necessário observar para perceber se o texto se tratasse de uma composição escolar ou não. Analisamos conjuntamente e o grupo percebeu então que o autor se valeu da intertextualidade de composição escolar para fazer o seu texto humorístico. Observou-se a situação comunicativa, o autor e como esse autor costuma usar a linguagem e trabalhar os seus textos.
Foi interessante que as próprias participantes se deram conta de que elas permaneceram "presas" à ordem que eu, formadora, tinha determinado no princípio da tarefa, e não foram capazes de se desprenderem daquela ideia, refazendo os conceitos. Comentou-se em relação a isso que o nosso papel na escola é fomentar no aluno a capacidade de refletir sobre as informações que lhe são impostas ou colocadas diariamente por diversos meios de comunicação e de como é fácil ser manipulado.
Ainda, a partir desse texto, analisamos outros que apresentam semelhanças, tais como a crônica, o conto e comentamos em que sentido se assemelham e se diferem. Também analisamos as sequências tipológicas que se apresentam no texto analisado e concluimos que a sequência predominante é dissertativa - argumentativa, pois o autor tenta demonstrar o quanto o salário mínimo é insuficiente, baixo.
Após essa tarefa, convidei as professoras e a coordenadora para assistirmos ao filme "Os escritores da liberdade" o qual demonstra o quanto as palavras podem emancipar o ser humano e também como a leitura e a escrita refletem as nossas vivências, experiências de mundo. A partir dos conhecimentos prévios é possível e é preciso avançar, buscando aprofundar o conhecimento. Além do mais, o filme tem relação com o que vamos estudar no TP4 Leitura e processo da escrita.
Nenhuma professora tinha assistido ao filme antes de eu apresentá-lo, e todas avaliaram-no como muito bom, inclusive para ser levado à sala de aula.
Fizemos algumas reflexões em conjunto:
"A professora resolveu partir da realidade dos alunos para realizar a sua proposta, e foi só a partir de quando passou a ouvir seus alunos e a conhecê-los que conseguiu fazer o seu trabalho." (profª cursista Elisângela Cadore)
" A professora precisou ter coragem, estabeleceu limites também para poder trabalhar, e ainda cobrou os trabalhos dos alunos, isso demonstra que é preciso também exigir para que haja crescimento do pessoal." (profª cursista Jani Maders)
" No filme a professora teve muito apoio do seu próprio pai e como é importante nós termos apoio de alguém para assim nos sentirmos mais fortalecidas e com ânimo para dar continuidade ao nosso trabalho." (profª cursista Rosane Castoldi Daltoé)
"A família é a base da sociedade e nós não podemos esquecer disso, pois os problemas dos alunos da professora, no filme, partia da má estruturação da família, além do meio onde eles viviam. Na nossa realidade, não é muito diferente porque muitos dos problemas que temos nas escolas são reflexos da sociedade que está aí." (profª cursista Lúcia Landmeier)
" A professora motivou os alunos a ampliarem seus conhecimentos, sua visão de mundo e a se colocarem também no lugar de outras pessoas que apresentavam problemas. Além disso ela possibilitou que conhecessem lugares e pessoas de mundos diferentes, mas que também lutavam pelos seus." (prof{ cursista Elisete Ziani)
" No filme , os alunos não podiam retirar certos livros da biblioteca e à professora não estavam disponíveis recursos para que ela pudesse trabalhar com os alunos. Nesse sentido a nossa realidade é muito diferente, pois a Secretaria Municipal de Educação nos fornece muitos recursos e temos uma biblioteca muito boa à nossa disposição, além do mais, se alguém quiser fazer um trabalho que exige mais recurso, é so pedir e temos às mãos. Precisamos, pois, que aproveitar tudo isso, em prol do nosso trabalho e principalmente dos alunos. ( Profª cursista Elisângela Cadore).
Após a reflexão, propus que as professoras cursistas pensassem em atividades possíveis a serem desenvolvidas com os alunos a partir do filme assistido.
Atividade sobre o filme “Os escritores da liberdade”

Objetivo: escrever algo que incomoda e que gostaria que mudasse em sua vida.
Texto “Eu queria ter e ser”
Leitura individual e coletiva do texto
Comentar a biografia do autor do texto e a realidade da favela.
Produção textual abordando o tema trabalhado no texto “Eu queria ter e ser”
Filme: “Os escritores liberdade”. Comentários/ Análise oral do filme, relacionando-o com o texto "Eu queria ter e ser" e as situações da sala de aula – filme/ nossa vivência.
Levantar causa/motivo da revolta dos alunos no filme.
Perspectivas desses alunos no filme e quais as suas perspectivas (comentário oral).
Na sequência, finalizamos o encontro com a mensagem, em slides, "Cópia de Amigos", já que no próximo dia 20 de julho é Dia do Amigo. O final dessa mensagem convidava cada um a abraçar o seu amigo. Então todas nós nos abraçamos pelo dia do amigo e por mais um bom momento pelo qual passamos juntas.